terça-feira, 1 de novembro de 2011

The Remains - Barry & The Remains (1966)

Esta banda ficou mais conhecida por abrir os shows da turnê final dos Beatles em 1966 (aquela em que eles resolveram não se apresentar mais ao vivo, para logo após surgirem com o antológico Sgt. Peppers), e acreditem, The Remains era muito mais do que uma banda de apoio!


Os norte-americanos Barry Tashian (guitarra e vocal), Bill Brigs (teclados e vocal), Vern Miller (baixo e vocal), N. D. Smart e Rudolph Damiani (ambos na bateria, porém, em períodos diferentes) eram conhecidos pelo garage rock, porém, o refinamento das faixas é tanto - pelo menos neste álbum - com um quê de British Invasion que se torna impossível associá-los a um som mais sujinho ou mais pesado. Um dos destaques deste álbum fica para a regravação que a banda fez do Bo Diddley e do Willie Dixon, "Diddy Wah Diddy".

O jornalista Mark Kemp, em 2007, afirmou que The Remais era "certamente a melhor banda perdida da America". Sim ou não, no ano passado a banda lançou o single "Monbo Time". E você pode conhecê-los melhor através da página oficial da banda!


The Remains - Barry & The Remais (1966)

01. Why Do I Cry
02. When I Want To Know
03. Ain't That Her
04. All Good Things
05. I'm Talking 'Bout You
06. My Babe
07. Say You're Sorry
08. Baby, I Believe In You
09. You Got A Hard Time Comin'
10. I Can't Get Away From You
11. Me Right Now
12. Time Of Day
13. Once Before
14. But I Ain't Got You
15. Diddy Wah Diddy
16. Mercy, Mercy, Mercy
17. Lonely Weekend
18. Heart
19. Thank You
20. Say You're Sorry
21. Don't Look Back


Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

3 comentários:

  1. Também concordo que os Remains não tinham um som garageiro, embora o tema mais conhecido deles (presente nas mais diversas coletâneas 60s) "Why Do I Cry" seja, na minha opinião, razoavelmente urgente!
    Não sabia do novo single, buscando e ouvindo-o achei bem bom! Não deve nada ao que eles já tinham gravado antes.

    Um abraço.

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  2. Pois é, Mateus. Razoavelmente urgente, mas quando penso em garage rock, penso num "soquinho" no meu ouvido, e o som do Remais eu acho muito limpinho. Mas não deixa de ser uma banda totalmente excelente. Beijão!

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  3. Verdade, Penny, também acho que para ser garagem tem de haver fuzz ou um farfisa gritando!

    O post foi ótimo, pois me deu vontade de escutá-los novamente, inclusive, ao dar uma busca no Youtube, há uns vídeos de show deles esse ano mesmo! Imagino que seja praticamente a formação original e é impressionantemente como a voz do Barry está praticamente igual, além da sonoridade estar idêntica!

    Um beijo e seguirei acompanhando o blog!

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