sábado, 31 de março de 2012

Sixties Afro Hairstyle

Há um tempo eu vinha pensando em fazer um post sobre este assunto, e ontem à noite assistindo ao filme Dreamgirls em um dos canais Telecine me decidi de vez. Então, pesquisando sobre  sixties afro hairstyles descobri que na década de 1960 devido à forte segregação racial que imperava, as coisas eram bem distintas umas das outras.

Assumir os cachos era assumir sua raiz, sua cultura negra, era ir contra os padrões de beleza Euro-Americanos impostos até então. O movimento cultural Black Is Beautiful, que visava trazer maior esclarecimento e consciência sobre o ser negro num País opressor como os Estados Unidos, foi o precursor do movimento pela consciência negra, o que levou muita gente a assumir o estilo natural de seu cabelo. O cabelo black power era largamente utilizado por representantes de movimentos políticos pelo fim da segregação racial como Angela Davis, Elaine Brown e os membros do Partido dos Panteras Negras.

Os cabelos alisados graças aos vários métodos presentes no período era sinônimo de ir à favor da "corrente branca" que imperava na mídia e na moda. Atrizes e cantoras como Martha Reeves & The Vandellas, Nichelle Nichols, Eartha Kitt, The Crystals, The Supremes, entre várias outras, assumiam o estilo para que houvesse uma maior identificação com o público, em sua massiva maioria, branco. E para alcançar este objetivo, valia de quase tudo: produtos químicos, perucas, chapinha e até mesmo, ferro de passar roupas. Na verdade, o processo de alisamento vem de tempos remotos, pelo menos, desde o tempo da escravidão nos EUA, onde as mulheres negras alisavam seus cabelos de modo a ficarem parecidas com suas senhoras brancas (!!).

Na década de 1970 o negro imperou de vez, e muito branco começou a assumir seus cachos por aí. Pam Grier, a musa dos filmes Blaxploitation foi uma das maiores influências estéticas para os cachos que vemos por aí. Lauryn Hill, Macy Gray, Cindy Blackman, e a vocalista do The Noisettes, citando alguns exemplos, são algumas das mulheres que ostentam com orgulho a cabeleira encaracolada.

Liso ou cacheado, não importa. O que importa é a beleza única e o estilo que os homens e mulheres negros da década de 1960 trouxeram para nós e que até hoje é motivo de admiração, afinal Black Is Beautiful!


quinta-feira, 29 de março de 2012

Hide And Seek - British Blue-Eyed Soul 1964 - 1969

Na década de 1960 na Inglaterra, junto com o fanatismo pela Black Music norte-americana que culminou com o nascimento do Northern Soul, existia um grupo de jovens muito talentosos dispostos a emprestar suas vozes para fazer covers dos maiores sucessos negros da época. Foi assim que nasceu o chamado Blue-Eyed Soul, o soul negro cantado por branquelos.

Inicialmente utilizado como um termo pejorativo devido à segregação racial presente nos EUA na época, a expressão foi cunhada pelo DJ Georgie Woods, que assim descrevia os artistas brancos que tocavam suas faixas em estações especializadas em R'n'B.

Em seu nascimento, era um estilo estritamente norte-americano, sendo que somente na metade dos anos 60 os jovens britânicos, claramente influenciados por esta cultura desde a década anterior, passaram a incorporar o estilo. Curiosamente, os negros britânicos eram pouco ligados ao soul norte-americano acreditando que este era um gênero distante, preferindo o reggae.

Muitas bandas britânicas como The Action, The Small Faces, The Who, Spencer Davis Group, Timebox, entre outras, bebiam muito desta influência. Porém, são estes artistas (na sua maioria obscuros) que mais se aproximavam do que era produzido pela Goldwax, Stax e Motown. Espero que gostem!


Hide And Seek - British Blue-Eyed Soul 1964 - 1969

01. Dave Anthony - Hide & Seek
02. Jason Knight - Our Love Is Gettin' Stronger
03. Barry St. John - Turn On Your Light
04. Fearns Brass Foundry - Now I Taste The Tears
05. Gene Latter - Sign On The Dotted Line
06. Jon & Jeannie - We Got Lovin'
07. The Stone Graphics - Traveller Man
08. The Anglians - Daytime Lover
09. Kevin 'King' Lear - Cry Me A River
10. Carl King - You And Me
11. The Exotics - Don't Lead Me On
12. Johnny & John - Bumper To Bumper
13. Five & A Penny - You Don't Know Where Your Interest Lies
14. James Royal - I've Lost You
15. Johnny Carr - You Got Me Baby
16. The Carrols - Surrender Your Love
17. Bernie & The Buzz Band - Don't Knock It
18. Cinnamon - You Won't See Me Leaving
19. Owen Gray - Help Me
20. Watson T. Browne & The Explosive - I Close My Eyes

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Vejo vocês amanhã! KTF!

Roger Daltrey e Paul Weller juntos? Tomara!

Em entrevista para a NME, Roger Daltrey do lendário The Who que ele e Paul Weller planejam uma colaboração em conjunto futuramente.

Foto: Zimbio

"Paul Weller falou de uma ideia na qual está trabalhando, que eu adoraria que ele realizasse. Eu estava com dificuldade em achar material e ele teve essa ideia, e sempre dizia pra mim 'Por que você não canta mais?', e eu sempre dizia 'Me consiga material!'. Então, a gente vai ver o que pode fazer juntos".

Na entrevista de pouco mais de 3 minutos, Daltrey também revelou uma possível volta do The Who, depois de um hiato de 5 anos sem turnês, revelando também que espera fazer algumas mudanças positivas na banda.

(Vi no site da NME)

The New Mod Squad - Moda Feminina

Com esta foto aconteceu o mesmo problema de ontem à tarde: foto simplesmente maravilhosa de abertura de editorial de moda e nada de outras imagens ou sequer uma informaçãozinha. Fantástica as cores, e a influência Balenciaga/Pierre Cardin dos modelitos. Um luxo!


quarta-feira, 28 de março de 2012

Vampiros Modernosos

Todo mundo está ansioso pela estréia da mais nova dobradinha Tim Burton/Johnny Depp a estrear nos cinemas. Trata-se do longa Dark Shadows, que conta a história da estranha família que se vê "tomando conta" de um vampiro. 




Porém, o que pouca gente sabe é que o filme é baseado num seriado de televisão homônimo que estreou em 1966. Sombras da Noite é o título oficial do filme aqui no Brasil, e sua estréia está prevista para 11 de maio.



Não sei o que dizer do seriado, mas o filme com elementos vampirescos e fashionistas lembra bastante o Grite, Grite Outra Vez!, concordam?

Enter The Mods - Moda Masculina

Maravilhosa esta foto do editorial masculino de moda da Shortlist. Infelizmente, não encontrei mais imagens (edição impressa, who knows?). Mas acredito que esta já valha por um milhão.


Leitores, prometo me esforçar e trazer mais moda masculina para vocês! ;)

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Varig - Seu Cabral (Especial "descobrimento" do Brasil)

Acho um sarro esta vinheta da Varig sobre o "Descobrimento" do Brasil. Adoro a carinha de choro de Cabral "ao sentir saudade sem jeito" e o cartaz dos índios dando boas-vindas ao "Seu Cabral". Segue abaixo um textinho interessante sobre este vinheta de 1967: 

 "Filme de 1967, foi censurado pela ditadura de Salazar. A intenção da Varig era se contrapor às investidas da Air France - que estava ganhando uma fatia cada vez maior dos vôos internacionais. Na época o Depto de Propaganda da Varig tendo a frente Ivan Siqueira, criou a campanha em desenho animado e com: Pedro Alvares Cabral, Sherlock Holmes e Dom Quixote. Sua meta era atingir: Portugal, Portugal, Inglaterra e França, Espanha. "Sherlock Holmes" e "Dom Quixote" seriam veiculados apenas no Brasil, mas "Pedro Álvares Cabral" entraria em Portugal. O público alvo seria a colônia portuguesa que aqui residia, e seus parentes e amigos que ficaram na Europa. A censura portuguesa retirou o comercial do ar, alegando que a Varig ofendia a personalidade histórica de Pedro Alvares Cabral. Mas por trás disso a TAP teria pressionado o Governo de Salazar a retirar o comercial do ar, para afastar a concorrente".

terça-feira, 27 de março de 2012

The Dell-Vets - Last Time Around EP (1966)

Muitas bandas antes de encontrarem seu som de verdade começavam tocando surf music, o estilo mais popular do rock no início dos anos 60. Com os rapazes do The Del-Vetts não foi diferente. Juntos desde 1963 tocavam em Chicago o tal surf music antes de despontarem com o garage/fuzz.



A história desta banda é de curta duração. Com o nome de Del-Vetts lançaram apenas Last Time Around e I Call My Baby STP. Em 1967 Jim Lauer (guitarra e vocais), Lester Goldboss (guitarras), Jack Burchall (baixo) e Paul Wade (bateria) trocaram seu nome para The Pride & Joy, para no ano seguinte encerrar suas atividades.

A banda, obviamente, não alcançou o merecido sucesso na época e hoje sempre faz parte de coletâneas como a Nuggets, Pebbles, e Dunwich Records. O destaque absoluto é Last Time Around single garageiro do mais puro proto punk que serve como espécie de antagonista das outras músicas que fazem parte deste EP.



The Dell-Vets - Last Time Around EP (1966)


01. Last Time Around
02. I Call My Baby STP
03. That's The Way It Is
04. Everytime

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Espero que tenham gostado! KTF!

Pegue seu Parka!

"Decepção é um dia que não passa. Se os teus princípios já não valem nada, pegue seu parka, pegue seu parka". 
Pegue Seu Parka - The Charts


Parka é acessório militar que os primeiros mods lá dos idos de 1964 que o usavam como forma de homenagear os pais que lutaram na 2ª Guerra. Complementando a formação de identidade destes jovens, também pegaram emprestado o Mod Target, símbolo da Real Força Aérea Britânica, que já estampava o alvo de cores brilhantes nos aviões desde a 1ª Guerra Mundial.

Perfeita para os dias de frio, a Fishtail Parka, a Rabo-de-Peixe, um pouco mais longa atrás, foi primeiramente utilizada pelos soldados norte-americanos na Guerra da Coréia.

O design é cópia dos Anorak feitos de peles pelos esquimós, podendo hoje ser feita com os mais diversos materiais, de nylon a gabardine.

"Se a beka me enlouquece, eu sei que sou alguém. Se a parka me aquece, não quero mais ninguém". 
A Beka - Relespública

E hoje tá valendo quase tudo: de parka com cores diferentes, até com estampa camuflada, com ou sem os patches, mais larguinha ou mais acinturada, com ou sem capuz, com ou sem forro de pele, etc.

Como o frio tá chegando com força aqui no sul do Brasil, fiz uma seleção de alguns modelos desta peça única do vestuário modernista que nunca vai sair de  moda.


Tem para os mods e para as modettes. Todas as peças estão à venda na internet.




sábado, 24 de março de 2012

A obsessão que é o Northern Soul - The Obsession That Is Northern Soul



Excepcional série de curtas-metragens e documentários sobre o Northern Soul. Os filmes mostram como um estilo musical pode, na verdade, se tornar um estilo de vida e como isso pode afetar positivamente as pessoas, tornando-se uma obsessão na vida delas.


Parte 01- " The Gathering: Northern Soul". Dirigido por Colin O'toole para o Channel 4





Parte 02- O fenômeno do Soul Americano nos clubes noturnos no norte da Inglaterra





Parte 03- "Young Souls". Dirigido por Dean Chalkley (palhinha com o dj Eddie Piller)





Parte 04 - Northern Soul do seu nascimento, seus clubes, ao revival na década de 1990





Espero que tenham gostado! Neste fim-de-semana, mais do que nunca, keep the faith, mantenham a fé!


quinta-feira, 22 de março de 2012

The Like - Release Me (2010)

Juntas desde 2001 e vindas do sul da Califórnia, as meninas do The Like podem ser consideradas tudo, menos uma banda clichê. Com um visual hiper feminino e uma sonoridade que lembra muito o pop da década de 1960, as meninas fogem completamente do estereótipo de "garotas agressivas em uma banda de rock".



Elizabeth Berg, Charlotte Froom e Tennessee Thomas tinham entre 15 e 16 anos quando se juntaram para formar o The Like. Filhas de músicos e produtores musicais, sempre tiveram incentivo, convivência com a música desde a infância, além de terem aprendido a tocar piano antes de seus instrumentos.

Em pouco menos de três anos lançaram três EPs independentes, resultado do talento e das grandes habilidades musicais das meninas. O som com influência mais sixties parece ser um resultado vindo do álbum mais recente, Release Me, lançado em 2010, o que acabou influenciando também o visual adotado por elas, mais sessentista e menos hippie. Desde o ano passado a banda parece estar em um hiato sem apresentações ou produção de novos trabalhos. Atualmente a The Like é formada por Elizabeth "Z" Berg na guitarra e vocais, Tennessee Thomas na bateria, Laena Geronimo no baixo e Annie Monroe nos teclados. 

Este álbum é ótima pedida para quem curte vocais femininos doces, mas não melosos. Aliado a isso há a baterista Tennessee que parece dar conta do recado ao trazer a batida sixties à sonoridade da banda (ela é filha de Pete Thomas, ex-baterista de Elvis Costello) e a tecladista Annie Monroe, que dá o tom final com o órgão Hammond. As músicas num geral falam sobre decepções amorosas e a falta de confiança nos rapazes, mas ainda assim são deliciosas de ouvir para animar uma tarde chuvosa.


The Like - Release Me (2010)


01. Wishing He Was Dead
02. He's Not A Boy
03. Release Me
04. Wall Of Shame
05. Narcissus In A Red Dress
06. I Can See It In Your Eyes
07. Fair Game
08. Square One
09. In The End
10. Trouble In Paradise
11. Catch Me If You Can
12. Don't Make A Sound

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Vejo vocês amanhã! Mantenham a fé!

quarta-feira, 21 de março de 2012

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Kohner Trouble (Pop O Matic)

Bacana este comercial da marca de brinquedos Kohner Bros. Infelizmente, não parece haver aqui no Brasil uma tradição em jogos de tabuleiro de qualquer tipo seja Damas, Xadrez ou até mesmo o bom e velho Banco Imobiliário.Este tipo de atividade parece estar relegada a um certo número de pessoas com uma predileção especial por este tipo de jogos e atividades.


E aí, quem está afim de uma partida de Jenga aqui em casa?

terça-feira, 20 de março de 2012

Small Faces finalmente ganha seu site oficial

Depois de anos de espera (e de um site bem pobrezinho, diga-se de passagem), finalmente o Small Faces ganha seu site oficial.




A página, cujo layout pode ser visto acima traz notícias acerca da banda, informações sobre os álbuns em edições de luxo , galeria de fotos e a possibilidade de entrar na mailing list para receber atualizações por e-mail.


Acesse! www.thesmallfaces.co.uk


(Vi no site do Os Armênios)

The Creation - We Are Paintermen (1967)

A grande sacada desta banda foi ter dois vocalistas: Bob Garner e Kenny Pickett dividiram os vocais e contribuíram cada um a seu modo para a sonoridade tão conhecida dos fãs. Mas, sou suspeita para falar, pois se trata de uma de uma banda e de um disco de que mais gosto. Bob Garner fazia às vezes de vocalista e baixista junto com: Kenny Pickett (vocais), Jack Jones (bateria) e Eddie Phillips (guitarra).



Começaram a tocar juntos em 1966 e, ainda neste mesmo ano, lançaram seu primeiro hit, Making Time que alcançou o 49º lugar nas paradas britânicas. Logo em seguida alcançaram o 36º lugar com Painter Man. Há, inclusive, uma curiosidade sobre esta música: Eddie Phillips toca guitarra nesta faixa com o arco de um violino, coisa que um tempo depois Jimmy Paige copiaria e tornaria popular no Led Zeppellin.

Em 1967, Garner assume completamente os vocais, deixando Pickett de fora da banda pelo menos por um tempo. Ainda nesse ano lançam We Are Paintermen, álbum que não fez muito sucesso nos Estados Unidos ou na Grã-Bretanha, mas que foi muito popular em Países com a Alemanha, Suécia, Dinamarca e Noruega.

No final de 1967, já com Pickett de fora,  Phillips também deixa a banda e o The Creation encerra temporariamente suas atividades, até o ano seguinte quando conta com uma nova formação: Kenny Pickett nos vocais, Kim Gardner no baixo, Jack Jones na bateria e Ron Wood  (irmão mais novo de Arthur Wood, do The Artwoods, lembram deles?) antes dos Stones e pós-The Birds na guitarra. Em junho de 1968, o The Creation encerra de vez suas atividades. Há uma volta na década de 1980 e novamente nos anos 2000, desta vez na qual o único membro original é Eddie Phillips, que assumiu os vocais. Kenny Pickett faleceu em 10 de janeiro de 1997 aos 45 anos. 

O que definitivamente não podemos escutar em We Are Paintermen, o 1º álbum lançado pelos rapazes é a predominância vocal de Bob Garner. Ao contrário, cada faixa é intercalada ora pelos vocais de Garner, ora pelos vocais de Pickett. Apesar de parecer uma banda completamente diferente nestas horas, a troca constante de vocais ajuda a criar a sonoridade Freakbeat que faz a banda ser cultuada nos dias de hoje. Dou um destaque especial para as regravações de Hey Joe e Like A Rolling Stone, próxima dos originais e com aquele sotaque british que tanto amamos.


The Creation - Painter Man (1967)

01. Cool Jerk
02. Making Time
03. Through My Eyes
04. Like A Rolling Stone
05. Can I Join Your Band
06. Tom Tom
07. Try And Stop Me
08. If I stay Too Long
09. Biff Bang Pow
10. Nightmares
11. Hey Joe
12. Painter Man
13. How Does It Feel To Feel (U.S. version) [bonus track]
14. Sylvette [bonus track]
15. I Am The Walker [bonus track]
16. Ostrich Man [bonus track]
17. Sweet Helen [bonus track]
18. Life Is Just Begining [bonus track]
19. For All That I Am [bonus track]
20. Midway Down [bonus track]
21. Hurt Me If You Will [special bonus]
22. I'm Leaving [special bonus]
23. Work All Day (Sleep All Night) [special bonus]
24. Going Down Fast [special bonus]

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Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

sábado, 17 de março de 2012

Nova Série - Pan Am

Parece que surgiu na televisão um concorrente de peso para o seriado sessentista Mad Men, trata-se da mais nova série televisiva intitulada Pan Am. Um drama (obviamente) ambientado na década de 1960 com lindas e sofisticadas aeromoças e pilotos muito charmosos naquela que já foi uma das maiores companhias aéreas do mundo a Pan Am - Pan American World Airways. O show teve sua estréia em setembro nos Estados Unidos, e teve seu primeiro episódio transmitido no Brasil nesta última quinta-feira, dia 15.

O Canal Sony Entertainment está transmitindo a 1ª temporada da série em áudio original e também em versão dublada e você pode acompanhar a programação e os horários na página do canal.

Them - Here Comes Van Morrison 1964-67 (Especial St. Patrick's Day)

Ano sim e outro também alguém se aproveita do feriado europeu mais irish da história e lança homenagem ao Them, a mítica banda de Van Morrison e Cia.

Imagem por Magic Tarkus

Juntos desde 1964 e vindos diretamente de Belfast, "Eles" foram um dos primeiros grupos irlandeses de r'n'b a fazer relativo sucesso fora da Europa. Formado por Van Morrison nos vocais, Ronnie Millings na bateria, Billy Harrison na guitarra, Alan Henderson no baixo e Eric Wrixon nos teclados, Them é influência para muitas bandas contemporâneas.

Os rapazes eram conhecidos pela qualidade performática nos palcos (os shows sempre antológicos no Maritime Hotel em Belfast durante o ano de 1964), qualidade esta que rendeu a Morrison o comentário proferido em 1965 por Derek Johnson da NME que disse que ele tinha "uma alma mais genuína do que seus contemporâneos britânicos". Porém, o constante descaso e grosseria com que tratavam os repórteres, trouxeram uma série de dores de cabeça tanto para o empresário quanto a para a Decca, a gravadora, e ficou sendo uma das marcas registradas da banda.

Os singles que lançavam geralmente eram sinônimo de sucesso: em 1965 Baby, Please Don't Go alcançou o 10º nas paradas britânicas, Here Comes The Night alcançou o 2º lugar nas paradas britânica e irlandesa e 24º lugar nas paradas americanas, Mystic Eyes ficou em 33º. Em 1966 lançaram Gloria, que ficou em 71º lugar, lugar aquém do esperado pois, apesar de originalmente do Them, já havia sido anteriormente regravada pelo The Shadows Of Knight.

Em maio de 1966 fizeram sua primeira turnê pelos Estados Unidos (inclusive com show de abertura realizado pelo The Doors), porém um desentendimento entre os próprios membros e o empresário ocorrido durante a turnê levou ao fim da banda.

Depois de uma série de disputas legais acerca da possibilidade do uso do nome da banda, Morisson entrou em uma bem sucedida carreira solo. O Them voltou à ativa sem Morrison e com os mais variados integrantes até sua total dissolução em 1979. Morrison continua em carreira solo e é carinhosamente conhecido como o "Cara que grava tudo", tamanho o número de gravações que ele tem feito desde então.

A coletânea Them - Here Comes Van Morrison 1964-67 reúne gravações de estúdio e ao vivo do Them e de algumas bandas da qual Morrison fez parte antes de ser bem sucedido em carreira solo.


Them - Here Comes Van Morrison 1964-67

01. Here Comes The Night [live 1965]
02. Turn On Your Lovelight [live 1965]
03. Stormy Monday Blues [demo 1964]
04. Don't Start Crying Now [demo 1964]
05. All By Myself [BBC 1965]
06. Gloria [BBC 1965]
07. One More Time [BBC 1965]
08. Here Comes The Night [BBC 1965]
09. Mighty Like A Rose [1965]
10. Baby, Please Don't Go [live USA 1966]
11. Van Morrison & The Blizzards - Baby One More Time 1967]
12. Van Morrison & The Blizzards - If You And I Could Be As Two [1967]
13. Van Morrison & The Blizzards - Gloria [1967]
14. Van Morrison & The Blizzards - Hey Girl [1967]
15. Van Morrison & The Blizzards - My Lonely Sad Eys [1967]
16. Van Morrison & The Blizzards - Mystic Eyes [1967]
17. The Monarchs Showband - Boozoo Hully Gully [1967]
18. The Monarchs Showband - Twingy Baby [1967]


Espero que tenham gostado! Feliz Dia de São Patrício e mantenham a fé!

quinta-feira, 15 de março de 2012

The Leaves - Hey Joe (1965)

Juntos desde 1963, "Os Folhas" fazem uma espécie de mistura de garage rock com folk. E o resultado não é nada mau, hein?



Robert Lee Reiner (guitarra), Tom "Ambrose" Ray (bateria), Jim Pons (baixo), Bobby Arlin (guitarra) e John Beck (vocais) eram os típicos meninos bacanas, mas que faziam de vem em quando um som mais estruturado. Começaram tocando surf music em festinhas em Los Angeles, mas o primeiro show sob o nome de The Leaves foi com o Captain Beefheart And His Magic band. Porém, as coisas só começaram a mudar de verdade quando em 1965 quando se mudaram para a antiga residência do The Byrds na Sunset Strip e conheceram o ator Pat Boone, que conseguiu o primeiro contrato da banda.

No mesmo ano gravaram pela primeira vez Hey Joe (mundialmente conhecida como sendo de Jimi Hendrix, ela foi primeiramente conhecida através do The Leaves), contudo descontentes com a versão a regravaram novamente em 1966, agora com guitarras fuzz. Hey Joe alcançou o número 1 nas paradas da Billboard e da CashBox em 1966.

Em 1967 a banda chega ao seu fim, Jim Pons se junta aos garotos do The Turtles, e nos 70 toca baixo para Fran Zappa. Bobby Arlin junta-se ao grupo psicodélico The Hook. Sem mais outras informações sobre os outros integrantes, sabe-se que na década de 1970 a banda se reuniu novamente com novos integrantes. The Leaves está presente também na coletânea Nuggets já postada aqui no M&M's.


The Leaves - Hey Joe (1965)


01. Dr. Stone
02. Just A Memory
03. Get Out Of My Life, Woman
04. Girl From The East
05. He Was A Friend Of Mine
06. Hey Joe!
07. Words
08. Back On The Avenue
09. War Of Distortion
10. Tobacco Road
11. Goodbye, My Love
12. Too Many People
13. Be With You [bonus]
14. You Better Move On [bonus]
15. That's A Different Story [bonus]
16. Love Minus Zero [bonus]
17. Funny Little World [bonus]


Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

quarta-feira, 14 de março de 2012

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Dr. Pepper

Esta vinheta do Dr. Pepper (o refrigerante, não os quadrinhos) são uma verdadeira homenagem às bomboniéres de cinema ao redor do mundo. Gamei!

terça-feira, 13 de março de 2012

Here The Mods (1964-1980)

Foi com esta coletânea encontrada nos E-Mules da vida que tive meu primeiro contato com a música mod de verdade. Uma compilação que reúne desde os primórdios em 1964 até o melhor do Mod Revival, foi o que me fez entender o estilo e conhecer as bandas e artistas que fazem parte desta subcultura tão especial. De The Kinks a The Lambrettas, passando por tantos outros nomes que hoje fazem parte do meu universo mod, aqui estão 60 canções cheias de originais e de regravações dos clássicos que servem apenas como uma introdução de uma subcultura tão rica e especial quanto o Modernismo. Enjoy!


01. Booker T. - Green Onions
02. Fleur De Liz - Circle (Instant Party)
03. Manual Scan - New Difference
04. Merton Parkas - Hard Times
05. Secret Affair - I'm Not Free (But I'm Cheap)
06. Small Hours - Midnight To Six
07. Squire - Walking Down The King's Road [live]
08. The Action - I'll Keep On Holding On
09. The Chords - In My Streets
10. The Circle - Billy
11. The Who - The Kids Are Allright
12. The Who - Daddy Rolling Stone
13. The Small Faces - Runnaway
14. The Letters - Don't Want You Back
15. The Lambrettas - Anything You Want
16. The Kinks - Revenge
17. The Kinks - All Day And All Night
18. The Chords - I'm Not Sure
19. Merton Parkas - The Man With The Disguise
20. Merton Parkas - (I'm Not Your) Steppin' Stone
21. Manual Scan - I Can Only Give You Everything
22. The Lambrettas - Beat Boy In The Jet Age
23. The Kinks - You Really Got Me
24. The Who - Ox (Slide)
25. The Fans - You Don't Live Here Anymore
26. The Jam - All Mod Cons
27. The Jam - In The City
28. The Circle - Opening Up
29. The Creation - Making Time
30. The Creation Sylvette
31. The Deadbeats - Choose You
32. The Fans - Come On Over Tonight [live]
33. The Creation - Biff, Bang, Pow
34. The Chords - The British Way Of Life
35. Manual Scan - I Want To Hold Your Hand
36. Merton Parkas - Empty Room
37. The Chords - Happy Families
38. The Jam - (Love Is Like A) Heatwave
39. The Kinks - I Need You
40. The Lambrettas - Page Three (Another Day, Another Girl)
41. The Who - I Can't Explain
42. Merton Parkas - Silent People
43. The Jam - Away From The Numbers
44. Merton Parkas - In The Midnight Hour
45. The Mods - Let Me The One [live]
46. The Letters - Nobody Loves Me
47. Secret Affair - Time For Action
48. Merton Parkas - Put Me In The Picture
49. The Jam - Standards
50. The Kinks - I Took My Baby Home
51. The Jam - 'A' Bomb In Wardour Street
52. The Jam - The Modern World
53. The Kingsmen - Louie, Louie
54. The Who - My Generation
55. David Bowie - And I Say To Myself
56. Nancy Sinatra - These Boots Are Made For Walking
57. David Bowie - You've Got A Habit Of leaving
58. David Bowie - Louie Louie Go Home
59. David Bowie - Liza Jane
60. Tom Jones - It's Not Unusual


Espero que tenham gostado! Mantenham a fé e até amanhã!

domingo, 11 de março de 2012

Joia Rara

Editorial simplesmente maravilhoso inspirado na Art Noveau da década de 1920. Publicado em 1967 pela revista brasileira Joia. Pouco conhecida nos dias de hoje, sua primeira edição foi publicada em 1957 pela já extinta editora Bloch.

Inovadora em conceito e em matéria de publicação cujo projeto gráfico rompia com a maioria das publicações femininas (a capa de sua primeira edição foi impressa pelo sistema de cores Ektachrome, uma verdadeira inovação para a época), além de trazer os melhores fotógrafos de moda da época como Otto Stupakoff e Guy Bourdin (para quem não conhece o maravilhoso trabalho de Bourdin, já publiquei uma pequena matéria sobre ele no Ensaios).

A Joia foi uma revista preocupada em retratar a mulher da década de 1960 com sofisticação, requinte, valorizando a mulher brasileira e os profissionais brasileiros de vanguarda.

(Vi na Ana Lee e na Icônica)












Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

quarta-feira, 7 de março de 2012

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Arrid Deodorant

Desodorante com cheiro de juventude (e UNISSEX) deve ser desta marca aí. Muito parecido com as marcas de hoje em dia que prometem 48 horas de proteção e afins. Mas, pensando bem, quem diabos deixa de lavar as axilas durante 48 horas ou fez um teste durante esse mesmo período de tempo para ver se realmente funciona?



terça-feira, 6 de março de 2012

Relespública em novo DVD

Notícias boas? Sim, aqui tem!

Parece que depois do hiato de alguns anos fora do palco e do rock'n'roll, uma das melhores bandas mods do País está de volta.

O vocalista Fábio Elias já havia antecipado em 2011, através do twitter, o retorno da banda aos palcos, e para coroar tudo isso será lançado o DVD intitulado "Antes do Fim do Mundo". É aguardar o retorno para matar a saudade.


(Vi no Whiplash e também no Antropophagia)

The Monkees - Head (1968)


Não se espantem com este filme, leitores. Diferentemente do seriado para a tv - mesmo que dirigido por Bob Rafelson - ele nada tem de engraçado. Neste filme de 1968, sem um roteiro concreto, a banda corajosamente tenta esvaziar o próprio mito com um ponto de vista adulto sobre a guerra do Vietnã, sobre o consumo inconsciente e sobre a sociedade em geral.

Na época de seu lançamento, foi um fracasso de público e crítica, graças à pouca publicidade e pelo fato de os maiores fãs serem, na maior parte, adolescentes que pouco entenderam a mensagem da obra. Contudo nos dias de hoje possui muitos fãs e o status de filme cult.

O filme em si traz ao espectador inúmeras surpresas: das aparições de alguns rostos famosos à excelente trilha sonora.


Direção: Bob Rafelson
Estrelando: Peter Tork, Micky Dolenz, David Jones, Michael Nesmith
Formato: AVI
Sem legendas

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Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

domingo, 4 de março de 2012

The Monkees TV Series 1966-68


Há tempos eu queria fazer este post. Como vocês puderam acompanhar durante a semana que passou, neste post aqui eu falei sobre como eu conheci o The Monkees ao assistir a série de tv com a minha mãe.

As datas em que o programa foi ao ar são divergentes, porém o importante é saber que a rede norte-americana NBC transmitiu a série com quase 60 episódios simplesmente intitulada como The Monkees em seu horário nobre. Abertamente inspirado no longa metragem A Hard Day's Night dos Beatles, foi ao ar de 1966 a 1968 e contava as desventuras dos 4 rapazes da banda de rock que se metiam em muitas confusões.

Cada um deles tinha uma personalidade definida, o que acabava por dar o tom das histórias. Davy era o namorador, Micky era o bobalhão, Peter era o ingênuo e Michael era o sério. Geralmente os episódios giravam em torno de algum malfeitor com algum tipo de plano malévolo e com os rapazes metidos no meio disso tudo pelos mais diversos motivos, ou também o episódio girava em torno de alguma garota, mas tudo sempre acabava em música. Os garotos moravam numa espelunca na praia cujo endereço era o número 1334, na North Beechwood Boulevard em Malibu, na California (o endereço real existia, e ficava num dos lotes dentro dos estúdios da Columbia e era usado como endereço para as correspondências dos fãs) e se locomoviam com o Monkeemobile - um Pontiac GTO remodelado pelo designer Dean Jeffries.

Era uma sitcom divertida até para os dias de hoje, com muitas gags e piadas inocentes sobre ciganos, mafiosos, chineses, sobre o próprio show e seus produtores e até mesmo sobre sexo. Filmada com pioneirismo para os padrões de televisão norte-americanos, com uso de técnicas que muitas vezes lembram a Nouvelle Vague francesa, o seriado tem muitas referências ao show televisivos dos Três Patetas. Foi ganhadora de 2 Emmys.


Por sorte, depois de muita procura pela internet, consegui achar a série completa para baixar com todos os episódios mais o material bônus.

Abertura 1ª Temporada


Abertura 2ª Temporada



The Monkees TV Show
58 episódios completos + bonus
formato: AVI
áudio: em inglês
sem legendas
download em Torrent


Espero que tenham gostado! Mantenham a fé!

quinta-feira, 1 de março de 2012

The Monkees - The Definitive Monkees (2001)



Em setembro de 1965 foi publicado num diário hollywoodiano intitulado Daily Variety um anúncio que convocava "4 garotos insanos" com idade entre 17 e 21 anos para uma nova série de TV. Os requisitos eram ter espírito de Ben Frank (bem, nesta parte do anúncio realmente não dá para entender o que eles quiseram dizer com isso) e coragem para trabalhar. Nos testes apareceram quase 500 rapazes que estavam mais do que prontos para ser tornarem novos astros da TV. Entre eles estavam Stephen Stills do Buffalo Springfield, Jerry Yester do The Lovin' Spoonful e Danny Hutton do Three Dog Night, porém, como se sabe, nenhum deles foi o escolhido.

Os produtores da rede norte-americana de televisão NBC, Bert Schneider (vice-presidente da Columbia Pictures na época) e Bob Rafelson (roteirista e diretor de programas para a televisão) queriam que os "4 garotos insanos" fossem nada mais do que jovens com a capacidade de interpretarem papéis sobre si mesmos num programa televisivo onde os jovens estrelariam uma série sobre uma banda fictícia de rock'n'roll. Além disso, queriam fazer algo surpreendente, até mesmo para a época: capturar toda a febre de juventude advinda da Beatlemania e transformar isso em uma série de TV (para quem não notou, a grafia correta da banda seria Monkeys, e não Monkees, mas houve a necessidade de fazer um trocadilho e também uma espécie de concorrência com os Fab Four, cuja grafia correta seria Beetles, não Beatles). Os escolhidos foram Peter "Thork" Thorkelson (baixo e teclado), Michael Nesmith (guitarra e voz), Micky Dolenz (bateria e voz) e o inglesinho caçulinha do grupo, Davy Jones (percussão e voz).

Desde o 1º momento a intenção dos produtores da série era criar uma história sobre uma banda fictícia e não o contrário. Ainda no começo de tudo ficou estabelecido que a dupla Boyce & Hart seriam os encarregados da composição das canções que fariam parte da trilha-sonora da série. O contrato assinado pelos rapazes previa que não era permitido a nenhum deles fazer qualquer tipo de contribuição musical para o projeto, que os atores seriam limitados em suas ações, além de banir os Monkees de tocar qualquer um dos instrumentos durante as gravações dos álbuns. O único a fazer uma contravenção dos contratos foi Nesmith, que conseguiu convencer os produtores Boyce e Hart a utilizar alguns dos arranjos compostos por ele. O primeiro mérito dos rapazes foi o de ter lançado o single Last Train To Clarksville nas rádios sem maiores pistas sobre a banda, seus membros ou a série de tevê e ainda assim terem alcançado certa fama. Em julho de 1966 foi ao ar nos Estados Unidos o 1º episódio da série televisiva, intitulada apenas como The Monkees. A partir de então, os Monkees eram os pop-stars do momento.

Em 1967 eles já haviam se tornado um fenômeno total, entretanto, apesar do sucesso do 2º álbum e do 2º hit, os primeiros problemas começaram a aparecer. Peter e Michael não concordaram em continuar com o playback instrumental imposto pelos produtores, e concomitantemente a imprensa começou a depreciá-los, pois estariam "se utilizando do talento de terceiros e ganhando milhões com isso".

Os rapazes então convocaram o baixista do The Turtles, Chip Douglas para produzir um álbum que seria controlado por eles. Assim, ainda em 1967 foi lançado Headquarters, lembrado pelos membros como sendo a primeira oportunidade de que tiveram de deixar seus talentos florescerem. A rotina, no entanto, continuava a mesma: turnês em vários países, ensaios, gravações da 2ª temporada do show, etc. Em dezembro, Douglas deixa de ser o produtor da banda, e apesar dos rapazes terem assumido certo controle nas gravações, o single Valleri foi lançado sem seu consentimento. Começa então o declínio da banda. O contrato para a série de tv não é renovado, o lançamento do filme Head, em 1968, é um fracasso de público e de crítica e Peter Tork deixa a banda para tentar se lançar em carreira solo. No ano de 1970 a banda estava praticamente extinta.

Durante as décadas de 1970 e 80 houve uma retomada do grupo. Em 1989, conquistaram uma estrela na Calçada da Fama. Em 2000 foi lançado o filme Daydream Believer: The Monkees Story contando toda a trajetória do grupo e na mesma época o canal pago Multishow transmitiu um excelente documentário sobre os rapazes, que conta com imagens de arquivos e depoimentos dos mesmos.

David Jones faleceu algumas semanas após ter se juntado a Micky Dolenz e Peter Tork para uma turnê comemorativa aos 45 anos da banda.



The Monkees - The Definitive Monkees (2001)


01. (Theme From) "The Monkees"
02. Last Train To Clarksville
03. Take A Giant Step
04. Saturday's Child
05. I'm A Believer
06. I Wanna Be Free
07. (I'm Not Your) Steppin' Stone
08. She
09. A Little Bit Me, A Little Bit You
10. Mary Mary
11. The Girl I Knew Somwhere
12. Look Out Here Comes Tomorrow
13. Shades Of Gray
14. Sometimes In The Morning
15. For Pete's Sake
16. Forget That Girl
17. Randy Scouse Git
18. You Just May Be The One
19. Pleasant Valley Sunday
20. Words
21. Daydream Believer
22. Goin' Down
23. What Am I Doing Hangin' Around
24. Cuddly Toy
25. Valleri
26. Porpoise Song ("Theme From Head")
27. Listen To The Band
28. That Was Them, This Is Now
29. Heart And Soul

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