quinta-feira, 31 de maio de 2012

The Lovin' Spoonful - Do You Believe In Magic? (1965)

Esses quatro rapazes do Greenwich Village em Nova York, eram, como tantas outras bandas da época, a resposta norte-americana aos Beatles. Porém, eu afirmo, que de Beatles eles tinham levemente o corte de cabelo...

Uma colher cheia de amor: Zal Yanovsky, Steve Boone,  Jon Sebastian e Joe Butler. O nome Lovin' Spoonful veio de um dos versos da música Coffee Blues de Mississippi John Hurt.

Steve Boone (baixo) e Joe Butler (vocais e bateria) acabaram conhecendo os cantores de folk Jon Sebastian (vocais, harmônica e autoharpa) e Zal Yanovsky (guitarra), que na época tinham uma banda chamada Mugwumps. Eles tocavam com Mama Cass e Denny Doherty, - que mais tarde fizeram parte do The Mamas & The Papas - num clube Nova Iorquino chamado de Night Owl Cafe, uma espécie de quartel-genral dos beatniks da época. Sebastian e sua talentosa trupe formaram aquela que é considerada uma das melhores bandas da década de 60, a The Lovin' Spoonful. 
Tocando num estilo Sunshine Rock e com boas pitadas de folk, os rapazes escreviam a maior parte do seu material além de tocarem todos os instrumentos. Entusiastas da eletricidade em cima do palco, os rapazes só se utilizavam de instrumentos elétricos, um contraponto da visão de folk rock de qualidade só se tocava com instrumentos acústicos.

Apesar da "semelhança" com os Fab Four, recusaram uma oferta feita por Phil Spector, o produtor dos Beatles, alegando que "seriam engolidos pelo seu nome". Entretanto, Spector, juntamente com os compositores Barry Mann e Cynthia Weil escreveu a faixa número 5 deste álbum, You Baby

Este álbum de estréia da banda é simplesmente delicioso. Traz além da canção-título escrita por Sebastian, versões modernas de blues tradicionais, baladinhas e é, claro, muito folk. Lançado em novembro de 1965, Do You Believe In Magic é um hino atemporal de amor à música sem soar brega, ridículo ou riponga.



The Lovin' Spoonful - Do You Believe In Magic? (1965)


01. Do You Believe In Magic?
02. Blues In The Bottle
03. Sportin' Life
04. My Gal
05. You Baby
06. Fishin' Blues
07. Did You Ever Have To Make Up Your Mind?
08. Wild About My Lovin'
09. Other Side Of This Life
10. Younger Girl
11. On The Road Again
12. Night Owl Blues

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Espero que tenham curtido! Vejo vocês amanhã, mantenham a fé!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Dairy Queen

Quem me conhece sabe que sou louca por animações, anos 60 e sorvetes (principalmente de pistache). Juntando tudo isso num comercial fica melhor ainda!

E foi exatamente essa ideia que a Dairy Queen teve ao fazer este comercial no estilo Carpe Diem de vida: "se você está tendo um dia ruim, cheio de problemas, toma um sorvetinho que tudo passa"!

E o pior, é que a vida parece funcionar mais ou menos assim. Ou vai dizer que o mundo não fica mais colorido, mesmo que temporariamente, quando se está saboreando um sorvete?

terça-feira, 29 de maio de 2012

The Hollies - Stay With The Hollies (1964)

Querem saber de uma das bandas britânicas mais bem sucedidas depois dos Beatles durante a década de 1960? Ela se chama The Hollies e alcançou 22 vezes o top 40 das paradas britânicas entre 1964 e 1970.

Atrás, em pé: Eric Haydock e Allan Clarke. Sentados: Graham Nash, Bobby Elliott e Tony Hicks. The Hollies foi a segunda banda britânica mais bem sucedida, ficando atrás apenas dos Beatles, é claro.


Composta por Allan Clarke nos vocais, Graham Nash nos vocais e na guitarra, Bobby Elliott na bateria, Tony Hicks na guitarra e Eric Haydock no baixo, The Hollies era conhecida pelo uso inovador dos vocais, que resultavam muitas vezes em canções doces e melódicas, bem ao estilo 1ª fase dos Beatles. Ao contrário do que se possa imaginar, os rapazes nunca ficaram à sombra de seus conterrâneos, exatamente pela criatividade em termos de composição. Porém, apesar dos pesares, não obtiveram tanto sucesso comercial devido ao selo norte-americano Capitol, que tinha o costume de lançar na América EPS diferentes dos originais britânicos (aliás, essa era uma prática bem comum naquela época, vide The Animals).

E o nome da banda, como muitos podem imaginar é uma homenagem a Buddy Holly, ídolo branco do rock'n'roll que teria feito muito mais sucesso que Elvis, se não tivesse morrido em um trágico acidente aéreo em 1959.

Depois do estouro dos Beatles, muitos empresários da indústria fonográfica começaram a procurar novos  e talentosos nomes para contratos. Já em 1963 os rapazes de Manchester provaram que tinha talento e acabaram assinando com a Parlophone. 

Este primeiro álbum, lançado em janeiro de 1964, foi gravado nos estúdios da EMI no mítico Abbey Road e  conta com uma sonoridade bem fifties, além de inúmeras regravações de canções que já eram consideradas clássicas desde aquela época, tais como Lucille, Mr. Moonlight (regravada pelos Beatles no mesmo ano), Do You Love Me? e Memphis. Há também uma versão de Watcha Gonna Do About It que não traz relação nenhuma com a música do The Small Faces. Apenas Little Lover é uma canção escrita originalmente pelos rapazes. 

O trio harmônico de vocais composto por Nash, Clarke e Hicks traz o tom e a textura das canções, que são em maior parte, canções leves que trazem uma alegria adolescente, bem diferente das originais. Com certeza é um álbum divertido, com músicas bem diferentes das canções maduras e profundas que estavam por vir nos álbuns seguintes.


The Hollies - Stay With The Hollies (1964)


01. Talkin' 'Bout You
02. Mr. Moonlight
03. You Better Move On
04. Lucille
05. Baby, Don't Cry
06. Memphis
07. Stay
08. Rockin' Robin
09. Watcha Gonna Do About It
10. Do You Love Me?
11. It's Only Make Believe
12. What Kind Of Girl Are You?
13. Little Lover
14. Candy Man
15. Ain't That Just Like Me [bonus]
16. Hey, What's Wrong With Me? [bonus]
17. Searchin' [bonus]
18. Whole World Over [bonus]
19. Now's The Time [bonus]
20. Zip-A-Dee-Doo-Dah [bonus]
21. I Understand [bonus]
22. Stay [bonus]
23. Poison Ivy [bonus]

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Espero que tenham gostado! Vejo vocês amanhã!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

As crianças retrô de Alain Gree

O artista francês Alain Gree é especialista em dar um toque todo especial em sua ilustrações. Autor e ilustrador de uma série de livros para crianças, já teve mais de 300 livros publicados em, pelo menos, 20 línguas diferentes.

Gree que estudou na Escola de Artes Aplicadas em Paris, conta que não consegue ficar parado, razão pela qual além de ilustrar e escrever histórias para crianças, saiu em um barco pelos mares do mundo, já que uma de suas grandes paixões é navegar.

E já que o trabalho de Gree é prolífico, você pode dar uma passadinha aqui para conhecer mais de seu trabalho!!







Espero que tenham gostado! Vejo vocês amanhã!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

NME Magazine 23.11.10 - Paul Weller

Hoje o nosso querido Modfather, Paul Weller, completa mais um ano de vida. E como não pode deixar de ser, resolvi trazer especialmente para vocês e também em homenagem a ele, esta edição de novembro de 2010 da NME Magazine.

Esta edição conta com uma entrevista concedida por Weller ao NME, onde ele fala sobre rapidamente sobre carreira, o álbum recém lançado na época Wake Up The Nation, velhice e facebook. Conta também com os bastidores de um dos shows realizados na cidade de Nova York, além de algumas curiosidades: como, por exemplo, o fato de Weller sempre ter a mão um ferro de passar roupas, o qual ele mesmo usa, pois gosta de andar com as roupas sempre impecáveis.


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Espero que tenham gostado! Excelente fim-de-semana a todos!!

She's So Fine Stamp

A importância do The Easybeats é considerada tão grande para os australianos que, em 1998, o governo de lá lançou um selo postal comemorativo da banda.

A ideia era lançar selos de músicas de artistas das décadas de 1950, 1930 e 1970.

E como disse um representante na época dos lançamentos: "Cada um deles diz algo sobre nós, e diz ao resto do mundo qual é o som da cultura popular, com sotaque australiano".

Baita homenagem, não é mesmo?


quinta-feira, 24 de maio de 2012

The Easybeats - Easy (1965)

Quem escuta o som desses meninos, dificilmente os esquece. Vindos do longínquo e pequeno continente da Oceania, os rapazes do The Easybeats fizeram história.

Steve Wright nos vocais, Harry Vanda e George Young nas guitarras, Gordon Henry "Snowy" Fleet na bateria e Dick Diamonds no baixo pareciam de fato ingleses, porém suas famílias eram todas de imigrantes europeus que buscaram novas possibilidades na Austrália e Nova Zelândia pós 2ª Guerra. Entretanto, isso jamais os impediu de estar no hall das estrelas da British Invasion e de alcançarem a glória de ser simplesmente a 1ª banda australiana a fazer sucesso em terras estrangeiras.

Ser a 1ª banda australiana a fazer sucesso além de sua terra natal não é para qualquer um!

Mesmo não devendo nada musicalmente aos "colonizadores" ingleses, os australianos foram diretamente influenciados por eles. Isso se reflete nas composições da dupla Young/ Wright e mais tarde Young/Vanda como a faixa de abertura deste álbum de estréia, It's So Easy, um canção beatlesca com o vocal único de Wright.

Aliás, este primeiro disco é uma gostosura a parte. Lançado em setembro de 1965, Easy conta as melhores composições que a parceria Young/Wright havia rendido até então, até ser remasterizado e lançado em CD em 1992 onde conta com 8 faixas bonus, entre elas o hit absoluto dos meninos, Friday On My Mind e uma versão ao vivo de She's So Fine. Indispensável em qualquer discografia sixties que se preze!

E antes de ir, uma curiosidade: o guitarrista George Young é o irmão mais velho de Malcom e Angus Young do AC/DC.


The Easybeats - Easy (1965)




01. It's So Easy
02. I'm A Madman
03. I Wonder
04. She Said Alright
05. I'm Gonna Tell Everybody
06. Hey Girl
07. She's So Fine
08. You Got It Off Me
09. Cry Cry Cry
10. A Letter
11. Easy Beat
12. You'll Come Back Again
13. Girl On My Mind
14. Ya Can't Do That
15. For My Woman (bonus)
16. Say That You're Mine (bonus)
17. The Old Oak Tree (bonus)
18. Friday On My Mind (bonus)
19. Lisa [Rough Mix] (bonus)
20. Find My Way Back Home (bonus)
21. No One Know (bonus)
22.She's So Fine [live] (bonus)

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Espero que tenham gostado! Vejo vocês amanhã!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

And now...um recado dos nossos patrocinadores - Yardley

Só amor pelos patrocinadores da série de TV do The Monkees! Se nos EUA, o patrocínio oficial vinha da Kellogs, na Grã-Bretanha o patrocínio vinha da marca de cosméticos Yardley.

Pioneira na ideia de fazer mini caixinhas de maquiagem a qual as mulheres pudessem sempre levar dentro da bolsa, a marca também mostrava estar super antenada na tendência swinging sixties da época, com florzinhas pintadas no rosto e delineador brancão Um luxo!

terça-feira, 22 de maio de 2012

The Troggs - From Nowhere (1966)

Quando eu paro pra refletir na expressão British Invasion, lembro de milhares de bandas (todas muuuito legais, é claro) que eram altamente inspiradas pela música negra norte-americana produzida entre 1950 e 1960. E então, lembro dos "Trogloditas" do The Troggs, e a coisa muda! Eles não eram bem o que se pode chamar de trogloditas de verdade (dizem até que pessoalmente eles eram uns amores), e por mais que muitas vezes aparecessem em trajes que mais pareciam pijamas, o som deles era potentíssimo.

Reg Presley nos vocais, Pete Staples no baixo, Chris Britton na guitarra e vocal e Ronnie Bond na bateria e vocal, foram, sim, parte da Invasão Britânica, porém, faziam tudo ao contrário!

Pete Staples, Reg Presley (sentado), Ronnie Bond e Chris Britton eram "Trogloditas" só no nome.

As composições eram em grande parte de Reg Presley (Presley era em homagem ao rei), com algumas regravações de canções não tão conhecidas de seus ídolos. Contudo, o que fez com que esta banda em particular chamasse a atenção das gravadoras lá pelos idos de 1964, foi a regravação do hit absoluto do The Kinks, You Really Got Me, o que rendeu a eles um contrato com Larry Page, empresário do The Kinks na época.

Aliás, a banda é tão boa que este álbum de estréia dos meninos está recheadíssimo de hits e ficou nada mais do que 16 semanas nas paradas britânicas. A canção Wild Thing está entre as "500 melhores canções de todos os tempos" da revista Rolling Stone e causou furor na plateia ao ganhar uma versão de Jimi Hendrix no festival de Monterey em 1967.

A banda infelizmente não durou muito, não sobrevivendo nem a saída de Larry Page, nem as "modernices" musicais da década de 1970. Mas, uma fita perdida com uma briga (que é muito engraçada, por sinal) entre os rapazes em um estúdio durante esta mesma época serviu de inspiração para o documentário This Is Spinal Tap (quem ainda não viu, veja, pois é fantástico).

Pete Staples e Chris Britton infelizmente já faleceram, e em janeiro deste ano, Reg anunciou definitivamente sua aposentadoria devido a um câncer no pulmão. O importante é deixar claro aos que ainda não conhecem os rapazes o material de alta qualidade que eles produziram, além de seu grande carisma.


The Troggs - From Nowhere (1966)



01. Wild Thing
02. The Yella In Me
03. I Just Sing
04. Hi Hi Hazel
05. Lost Girl
06. Jaguar And Thunderbird
07. Your Love
08. Our Love Will Still Be There
09. Jingle Jangle
10. When I'm With You
11. From Home
12. Louie, Louie
13. The Kitty Cat Song
14. Ride Your Pony
15. Evil
16. With A Girl Like You
17. I Want You
18. I Can't Control Myself
19. Gonna Make You
20. As I Ride By

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Amanhã tem mais! Espero vocês!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Identipops - Monte seu ídolo!

Gente, olha só que divertido isso! Em 1969 foi lançado o Identipops, um encarte com várias pecinhas para você montar o rosto do seu ídolo!! Logo ali na capinha tem o Lennon, o Macca e o Jagger entre os reconhecíveis. 

Eu aproveitei a brincadeira divertida e montei o rosto de um ídolo imaginário. Gato, não?

(Vi no Retronaut)


Ficou lindo, só que ao contrário!

















Ivy League Style no Ubora

O pessoal da Coletivo Action deu a a dica no Twitter e eu fui atrás para ver este post simplesmente fantástico sobre o Ivy League Style publicado no Ubora!

Completinho, o post traz não só o surgimento do estilo, como também lindas imagens e code-dress dos rapazes na época.

Corre lá para ver!




Coleção Ivy League da Kitsuné Paris - Moda Masculina

Como é muito difícil achar editorial de moda masculina de moda retrô achei que este valeria muito a pena, tá certo que a coleção é de 2010, mas gente, olha que lindo!! Totalmente inspirada no estilo Ivy League, (do qual eu falei ontem, estão lembrados?), a marca francesa Kitsuné trouxe para sua coleção outono/inverno de 2010 muitas peças que fazem parte do mod fashion masculino.

Prestem atenção no conjunto camisa + colete + gravata e também no duo camisa branca + gravatinha preta! Dou destaque especialmente para as boots no estilo Doc Martens que deixaram o visual completamente moderno!

(Vi no Ezo Base)

Fotos: Divulgação












domingo, 20 de maio de 2012

How To Dress Like A Mod - Part Two: The Ivy League Style

Se tem uma coisa que eu aprendi durante esses anos foi que a essência de todo modernista é andar sempre arrumadinho. Você pode andar maltrapilho ou com uma peça mendigo streetwear dentro de sua casa, mas fora dela o que impera é "andar sempre alinhado, não importando as circunstâncias".

O Ivy League pode soar novidade para a maior parte das pessoas, mas este estilo está presente no guarda roupa mod desde sempre! Lembram do How To Dress Like A Mod - Part One? Pois é, todas as peças mostradas naquele post são parte do Ivy League Style.

O estilo surgiu na década de 1950 nos campus universitários, principalmente das instituições que faziam parte da Ivy League - um grupo atlético universitário elitista. Entre as instituições estão a Universidade de Yale, Princeton e Harvard, só para citar algumas das mais conhecidas. 

Algumas peças chave do estilo são:


Via OMG Haute!

  • sack suit, que é o terno de três botões, não tão alinhado quanto o mohair, mas ainda assim muito estiloso;
  • Os blazers não alinhavados, isto é, sem costura aparente e que possuem um gancho único na abertura (não me perguntem o que exatamente quer dizer isso, sugiro a opinião de um alfaiate!);
  • Calças com bainha, porém sem pregas;
  • Cortes de tecidos naturais;
  • Camisas de três botões no colarinho; 
  • E nos pezinhos, vão os Penny Loafers, calçado de estrutura parecida com o mocassim, mas que muitas vezes tem a biqueira arredondada e lisa.

    Modelo Clássico

Preto com pendões

Loafer vermelho da Atom Retro

As marcas mais famosas a produzir roupas do estilo são a J. Press, que desde 1902 mantém um alto padrão na fabricação de suas peças e a quase bicentenária Brooks Brothers, que também fabrica peças femininas e infantis.

Catálago de 1962 de Gravatas da J. Press

E, como eu sou muito leiga no assunto moda masculina, separei alguns sites para vocês se informarem melhor acerca do estilo, e por sorte, informação e bons sites é o que não faltam:

The Roll Call
Ivy Style
A Modernist
The Ivy League Look

E, é claro que faltam muitas coisas ainda, mas aos pouquinhos vou trazendo cada vez mais coisas para termos aqui quase que um guia completo! Vejo vocês amanhã, KTF!

sábado, 19 de maio de 2012

The Mod Generation Stickers - Adesivinhos Mod

Acho super #tenso quando alguém me diz que algo é Mod Generation e eu acabo me deparando com um monte de coisa em tie dye, cores berrantes e outras coisinhas psicodélicas. Tensão a parte, as revoluções de toda a ordem no final da década de1960 e o Verão do Amor tiveram mais influência sobre a Mod Generation do que se possa imaginar ou as pessoas realmente não faziam ideia do que diabos elas estavam falando, anyway!

Ainda assim, achei o treco mega divertido e resolvi compartilhar com vocês. Bóra completar sua coleção de adesivos faltantes?

(Vi no Retronaut)