segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A arte skinhead de Felipe Wasserman

Felipe Wasserman, desenha desde criança, e fez da diversão da infância, um hábito para a vida adulta. Atualmente está com projetos engatilhados com bandas e a subcultura skinhead, e nos conta nesta entrevista sobre seu começo, influências e algumas das características de seu trabalho.




Quando começou a desenhar?
Acredito que tenha sido lá pelos cinco ou seis anos, pelo que me lembro. Era uma atividade prazerosa que eu passei a dedicar boa parte do meu tempo.




E o que tu desenhava?
No início eram coisas de criança como dinossauros e heróis. Ainda hoje tenho dois livros com desenhos que eu fazia nessa época. Conforme fui crescendo, os interesses foram mudando, tanto por temas como a técnica que considerava melhor. Mas uma coisa é certa em todos esses anos: desenhar sempre foi um hábito.




Por que tu começou a desenhar? Ou, melhor, então começou como um hobby?
Sim. Muitas vezes também uma necessidade de poder criar algo. Sempre achei fascinante essa coisa da criação, pois há muito contato com o seu subconsciente, sua visão de mundo et cetera.




E o que tu considera como sendo influências para os teus desenhos?
Gosto muito do estilo simples dos quadrinhos. Cresci lendo especialmente os norte-americanos e os japoneses, então costumo procurar um meio termo entre os dois estilos. Gosto da forma simples e prática no qual conseguem enriquecer o cenário, figuras humanas com poucas cores e alguns efeitos.




Quais seriam as maiores características dos teus desenhos e traços?
Gosto de adicionar pequenos detalhes que torne a ilustração mais rica. Ainda sou iniciante nesse ofício, então talvez possa ser observada certa obsessão em balancear sombra e luz.  




E quais os projetos para o futuro? Existe a vontade de expor os desenhos em algum lugar?
Não costumo pensar em expô-los, mas creio que não descartaria essa oportunidade. Ultimamente um dos principais temas tem sido subcultura, então tecnicamente é pra ela que eu tenho “trabalhado”. Pra mim, acho que ainda é um hobby. Fora isso é trabalho. Normalmente adiciono minhas ilustrações no portfólio apenas pra ter a opinião de amigos e de pessoas interessadas nelas.



7 comentários:

  1. [OFF-Topic]
    Apenas para constar e registrar: hoje [25/02], se vivo, George Harrison completaria 71 anos!

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  2. Curti esse lance de inclusão social e fazer todos os skinheads com cara de síndrome de down!

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    Respostas
    1. Algum problema com portadores da síndrome, Oliver?

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